Resenha | A Canção do Súcubo, de Richelle Mead

A_CANCAO_DO_SUCUBO_1279630077BTítulo: A Canção da Súcubo (Georgina Kincaid #1)

Autor: Richelle Mead

Editora: Essência

Páginas: 299

Compre: Amazon

Quando se fala de empregos no inferno, ser um Súcubo parece bastante glamuroso. Uma garota pode ser qualquer coisa que ela quiser, o guarda-roupa é de matar e homens mortais farão qualquer coisa por apenas um toque. Claro, eles geralmente pagam com suas almas, mas por que ser tão técnico?

Mas a vida da Súcubo de Seattle Georgina Kincaid é muito menos exótica. Seu chefe é um demônio de médio escalão com uma queda por filmes do John Cusack. Seus melhores amigos imortais (ou melhores amigas…) ainda não pararam de provocá-la por causa da vez em que ela se transformou na Deusa Demônio, completa, com chicote e asas.

E ela não consegue ter um encontro decente sem sugar parte da vida do cara. Ao menos ela tem seu emprego diário em uma livraria local – livros de graça; Todos os mochas de chocolate branco que ela conseguir tomar; e acesso fácil ao sexy escritor de bestsellers, Seth Mortensen, aka Aquele por Quem Ela Daria Tudo Para Tocar mas Não Pode.

Mas os sonhos sobre Seth vão ter que esperar. Algo estranho está acontecendo no submundo demônio de Seattle. E, dessa vez, todos os seus charmes e cantadas de cair morto não vão ajudá-la porque Georgina está para descobrir que há algumas criaturas que tanto Céu quanto o Inferno querem negar…

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A capa do livro não é muito bonita, mas apresenta bem a linda e sombria súcubo. Acho essa capa simples demais para toda a magnificência da criatura.

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A diagramação do livro é simples. Contempla um tamanho de fonte um pouco pequeno, mas de leitura agradável. Boa margem e espaçamento. As folhas são amareladas.

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As 299 páginas são divididas em 26 capítulos mais epílogo.

sobre a história

O enredo gira em torno de Georgina, uma súcubo que limita ao máximo sua alimentação para quando realmente necessita e somente com homens patéticos, pois a pessoa de quem ela se alimenta terá menos tempo de vida e Georgina não acha justo fazer isso com os bons homens.

“Súcubo (s.m.) – Fascinante criatura do mal, do sexo feminino. Capaz de mudar de forma; seduz e dá prazer a homens mortais.”

A transformação de Georgina de uma simples humana para uma súcubo é contada e explicada durante a história. Além de súcubos, o livro também apresenta vampiros, anjos, demônios, nefilins e caçadores de vampiros (mortais que possuem o dom de matar vampiros), mas também cita Lilith (rainha dos súcubos).

“As estatísticas mostram que a maioria dos mortais vende suas almas por cinco motivos: sexo, dinheiro, poder, vingança e amor. Nesta ordem.”

Georgina trabalha em uma livraria e está prestes a conhecer o autor da sua série favorita de todos os tempos. Seth Mortensen é um autor incrível e isso faz a súcubo querer manter distância, mas seus amigos humanos que nada sabem sobre sua verdadeira essência a empurram para cima de Seth.

Enquanto a amizade de Georgina e Seth evolui, imortais estão sendo assassinados e a linda súcubo torna-se suspeita. A mulher então reúne seus amigos imortais para juntar informações e traçar um plano para encontrar e pegar o assassino antes que um deles seja o próximo a ser morto.

“Nós todos temos momentos de fraquezas, é a forma como nos recuperamos que conta de fato.”

Roman é um cara muito sexy, sedutor, lindo e sociável que livrou Georgina de uma situação embaraçosa com seu chefe adúltero e divertiu muito a garota em seus encontros. A marcação do rapaz deixa a protagonista dividida entre o atraente e divertido (Roman) e o tímido e encantador (Seth), mas o triângulo amoroso (Georgina – Seth – Roman) é desfeito durante a história.

minhas impressões

No início eu apenas queria saber dos flertes e romances de Georgina com os homens, mas com o desenrolar da história e as cenas onde a súcubo descobria mais assassinatos de imortais, passei a ficar muito curiosa e ansiosa para descobrir quem estaria por trás desses eventos.

Descobrir quem é o vilão foi fácil, mas os motivos de ter se tornado assim me surpreendeu.

Os inúmeros valores morais que não condizem em nada com a natureza de uma súcubo tornam a história um pouco artificial, mas como não é dada muita ênfase nesse assunto não achei tão ruim.

O livro me fez dar muitas risadas, em várias ocasiões Georgina fala e/ou age de maneira inapropriada e acaba sendo engraçado quando ela finalmente percebe sua atitude. A cena em que Georgina e Seth se conhecem é a minha preferida.

Ao final do livro fiquei com pena da protagonista, ela só queria ser uma humana normal para poder ser amada e retribuir esse amor, mas sua condição de súcubo torna esse desejo difícil de acontecer. Na verdade, eu não vejo como possa ocorrer, mas quando se trata dos protagonistas sempre devemos ter esperança. Estou muito ansiosa para ler o próximo livro da série e descobrir se a esperança será, ou não, em vão.

nota livro 5

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