Resenha | O Sobrinho do Mago, de C. S. Lewis

O livro que eu li foi o “Volume Único”, uma coletânea que contém todas as histórias de As Crônicas de Nárnia, mas achei melhor colocar em destaque a capa do livro que contém apenas a história que irei resenhar. Nas fotos apresentarei os dois exemplares.


O_SOBRINHO_DO_MAGO_1420397653462SK1420397653BTítulo: O Sobrinho do Mago (As Crônicas de Nárnia #1)

Autor: C. S. Lewis

Editora: Martins Fontes

Páginas: 184

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A aventura começa quando Digory e Polly vão parar no gabinete secreto do excêntrico tio André. Ludibriada por ele, Polly toca o anel mágico e desaparece. Digory, aterrorizado, decide partir imediatamente em busca da amiga no Outro Mundo. Lá ele encontra Polly e, juntos, ouvem Aslam cantar sua canção ao criar o mundo encantado de Nárnia, repleto de sol, árvores, flores, relva e animais.

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A capa de O Sobrinho do Mago apresenta uma das cenas descritas no livro, é muito bonita, mas acho que magia para representar a história. A capa do “Volume Único” é mais bonita, apresenta Aslam com toda a magia de Nárnia.

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Os dois exemplares contém desenhos representativos em algumas cenas. A margem e espaçamento são bons, mas o tamanho da fonte do “Volume Único” podia ser maior para facilitar a leitura.

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As 184 páginas são divididas em 15 capítulos. Os capítulos em geral são curtos e cada capítulo tem uma figura para representar alguma das cenas descritas nele.

sobre a história

Digory foi morar com os tios quando sua mãe ficou doente, ele já sabia que seu tio era louco, mas não esperava que fosse mais louco do que a irmã dele, sua tia, lhe dizia. Tio André passou a vida tentando desvendar os mistérios do outro mundo e, quando acredita ter finalmente conseguido criar um “transporte” para outro mundo, envia seu sobrinho e a amiga para que façam descobertas e lhe tragam relatórios.

Ao contrário do tio de Digory, as crianças são puras e não agem com egoísmo, as tentações dos outros mundos apenas mostram que as Digory e Polly estão em busca de aventuras.

Sem querer os pequenos trazem uma feiticeira maligna para o mundo real e, um pouco depois, tentam levá-la de volta para seu próprio mundo, mas não é fácil saber qual o caminho certo para qual mundo e acabam chegando em Nárnia logo antes do país ser despertado pelas palavras de Aslam.

Em Nárnia Digory recebe uma missão onde deve encontrar determinado fruto que manterá a feiticeira longe por algum tempo. Essa é a maior aventura de todas para Digory e Polly.

minhas impressões

Eu já tinha o volume único de As Crônicas de Nárnia há alguns anos, mas somente poucas semanas atrás senti vontade de ler. Me arrependo um pouco por não ter lido antes, a história da origem de Nárnia é fantástica! Minha meta é ler todas as histórias da série até a estréia do filme A Cadeira de Prata que deve ocorrer em 2017.

Gostaria de salientar que a história é narrada por alguém de fora da história. Talvez por isso eu não estivesse com muitas expectativas ao iniciar a leitura, mas ao contrário do que eu esperava a leitura foi bem rápida, fluída, e muito agradável.

Meu capítulo preferido do livro é o que as crianças, junto com outras pessoas, presenciam o despertar de Nárnia. É muito bonita a cena!

Os mistérios da criação de Nárnia e do guarda-roupa (portal e entrada pra o mundo de Nárnia no primeiro filme da série: O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa) são descritos e explicados pelo narrador, Digory e Aslam.

Vale muito a pena ler esse livro, pois com o enredo apresentado entendemos vários dos mistérios de Nárnia e como os primeiros Filhos de Adão e Filhas de Eva chegaram nessa terra fantástica.

nota livro 5

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3 comentários sobre “Resenha | O Sobrinho do Mago, de C. S. Lewis

  1. Nos lemos tantas coisas serias e as vezes ate muito triste, alguns amores perdidos e assim vai. Mas as vezes é bom ler algo deste genero. algo alegre colorido e infantiol.
    vamos reler e esperar 2017 para A cadeira de Prata bjs

  2. As Crônicas de Nárnia é definitivamente uma obra prima. A forma que C. S. Lewis narra a história é impressionante! Fazendo com que o leitor sinta-se mais próximo de Nárnia, dos personagens e do próprio autor. Lewis, juntamente com Tolkien, trouxe o verdadeiro significado de fantasia.
    E sim, sou uma orgulhosa narniana. ❤

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